Namoro, encenação, flerte ~ A esperança semeada



Se, a princípio, a ideia não é absurda,
então não há esperança para ela.

Albert Einstein


Ainda ontem, no fim de noite, retornei ao MSN e o L estava lá. Comecei a enviar alguns arquivos do interesse dele por e-mail e acabamos voltando a falar sobre relacionamento. Ele me perguntou algo sobre namoro e repreendeu a si mesmo por estar “dando em cima mim”. Disse que não vi nada demais numa simples pergunta. Agora, pensando melhor... Será se ele quis insinuar algo sobre ele mesmo? Será se ele estava realmente flertando comigo?

Um contato começou a me perturbar, querendo saber coisas pessoais sobre mim e não parava de insistir. Eu expus a situação ao L. Ele me pediu para ser adicionado na conversa e fingiu ser meu namorado, fazendo papel de ciumento. Não vou negar que gostei. O rapaz sossegou um pouco, mas resolvi excluí-lo. Então, o L se ofereceu para me ajudar sempre que eu precisasse com esse tipo de contato insistente.

Voltamos a atenção para os arquivos que estávamos trocando e ele perguntou sobre um dos arquivos e como eu tinha costume de tratá-lo por querido, disse: “tá indo, querido”. E ele respondeu: “só perguntando, amor”. Ai, ai. Será se ele ainda estava no clima da brincadeira? Ignorei o que ele disse mais uma vez. Ele quis saber como me pagaria por tantos arquivos e eu disse que só conversando mesmo. Então, fez um comentário crítico e eu rebati com explicações. Falei que gostava muito da conversa dele e que para mim era a melhor.

Já era quase 5 da manhã, quando ele me mandou a música Fields of Hope (Gundam Seed Destiny). Pediu para eu escutar e ainda fez questão de dar a tradução do título: “campos de esperança”. Imediatamente, relacionei a nós dois. Era isso que ele estava querendo? Não, isso é absurdo. A música, que por sinal achei muito linda, terminou e para me deixar ainda mais esperançosa, na despedida, o “boa noite” dele veio acompanhado de um “amor”.

Misa

Segunda-feira, 21.04.08

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