A ordem é o prazer da razão
mas a desordem é
a delícia a imaginação.
André Malraux
Pela primeira vez me vi atrevida. Eu tão quietinha, sempre esperando alguém vir conversar comigo. Desta vez foi diferente. Veio um medo inexplicável de origem desconhecida... medo de que aquela chance pudesse ser única... pudesse ser perdida. E eu me arrependeria.
Iria me culpar por não ter seguido meu impulso. De algum modo eu sabia que aquela era a hora. Avancei. Falei com ele sem nem pensar nas consequências. Só hoje é que fiquei pensando o quanto eu me arrisquei. Ah... o meu medo de rejeição. Já perdi tantas oportunidades. Estou toda bagunçada. As idéias não se concatenam. Estou perdida.
Iria me culpar por não ter seguido meu impulso. De algum modo eu sabia que aquela era a hora. Avancei. Falei com ele sem nem pensar nas consequências. Só hoje é que fiquei pensando o quanto eu me arrisquei. Ah... o meu medo de rejeição. Já perdi tantas oportunidades. Estou toda bagunçada. As idéias não se concatenam. Estou perdida.
O papo foi incrível. Ainda estou flutuando e não paro de pensar nas coisas que conversamos. Eu fui tão doida. Abordei-o tão bruscamente. Não sei de onde que veio o “Que bom que chegou. Estava lhe esperando.” Ele achou que eu era uma “conhecida” de outra conversa. Mesmo sabendo que não, ele não me esnobou. Foi tão educado! E me chamou de “senhorita”. Ai, meu Deus! Que rapaz, hoje em dia, chama uma garota de senhorita? Fiquei tão interessada que disse logo para ele não sumir sem deixar rastros.
Fomos parar no MSN com poucas linhas de conversa. A única coisa que não esqueci de perguntar foi a idade. 23. É... dá, pensei. A conversa vai ser boa. Na pressa, eu passei o meu e-mail pessoal. E ele, esperto, foi me descobrindo... Incrível como em poucas horas, eu já estava falando com ele como se fôssemos velhos conhecidos. Eu que sempre fui razão... estou toda emoção.
Surgiu uma sintonia logo de início que não dá para explicar. E agora mesmo off-line tá difícil desconectar...
Fomos parar no MSN com poucas linhas de conversa. A única coisa que não esqueci de perguntar foi a idade. 23. É... dá, pensei. A conversa vai ser boa. Na pressa, eu passei o meu e-mail pessoal. E ele, esperto, foi me descobrindo... Incrível como em poucas horas, eu já estava falando com ele como se fôssemos velhos conhecidos. Eu que sempre fui razão... estou toda emoção.
Surgiu uma sintonia logo de início que não dá para explicar. E agora mesmo off-line tá difícil desconectar...
Misa
Quarta-feira, 26 e Quinta-feira, 27.03.2008 (Sobre a 1ª conversa)

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